Crônicas de Riverview - parte 14 - Em um dia como outro qualquer
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Susana sempre ouviu muito admirada sobre pessoas que sentem quando algo ruim vai acontecer, o tal
pressentimento, uma dor de cabeça, aperto no coração, algum tipo de incomodo que indicasse mal presságio, ela não sentiu nada disso, o dia amanheceu iluminado como a maioria dos dias de verão, cuidou de suas tarefas como sempre fez.
Susana sempre ouviu muito admirada sobre pessoas que sentem quando algo ruim vai acontecer, o tal
pressentimento, uma dor de cabeça, aperto no coração, algum tipo de incomodo que indicasse mal presságio, ela não sentiu nada disso, o dia amanheceu iluminado como a maioria dos dias de verão, cuidou de suas tarefas como sempre fez.
Quem já recebeu esse tipo de notícia sabe, alguém chega perto de você sem palavras, apenas um pesar
imenso nos olhos, e antes que falem você sabe, lá no fundo sabe, mas não que ouvir, não quer falar, é uma defesa da nossa mente que quer evitar o sofrimento, Susana olhou com olhar de súplica para Pedro
_Não diga! Não fale!_ Mas ele com seus olhos sofridos, confirmou.
imenso nos olhos, e antes que falem você sabe, lá no fundo sabe, mas não que ouvir, não quer falar, é uma defesa da nossa mente que quer evitar o sofrimento, Susana olhou com olhar de súplica para Pedro
_Não diga! Não fale!_ Mas ele com seus olhos sofridos, confirmou.
Eram uma tropa vindo de Barnacle Bay, estavam em número pequeno pois era uma visita de cortesia,
o Governador de tal localidade havia falecido e foram prestar as condolências, uma parte da tropa já havia se adiantado e o ataque aconteceu praticamente dentro de Riverview, aconteceu em casa. Aproximadamente cinco ou seis indivíduos encapuzados e usando pintura no rosto os pegaram de surpresa, a prioridade é sempre proteger o rei, sendo assim a preocupação era apenas com a defesa, Cáspian e Edmundo ficaram na retaguarda segurando o restante dos inimigos, quando aconteceu. Em meio a luta Edmundo vê o cunhado ser atingido, ele também vê que o homem com quem estava lutando se surpreende, e nesse momento ele o golpeia, o homem ferido foge do local, mas não há tempo para persegui-lo, precisava ver Cáspian, o coloca sobre seu cavalo e segue o caminho para a cidade, mas chegam tarde demais, o Marquês Cáspian Valoroso de Ilha Paradisíaca , estava morto.
o Governador de tal localidade havia falecido e foram prestar as condolências, uma parte da tropa já havia se adiantado e o ataque aconteceu praticamente dentro de Riverview, aconteceu em casa. Aproximadamente cinco ou seis indivíduos encapuzados e usando pintura no rosto os pegaram de surpresa, a prioridade é sempre proteger o rei, sendo assim a preocupação era apenas com a defesa, Cáspian e Edmundo ficaram na retaguarda segurando o restante dos inimigos, quando aconteceu. Em meio a luta Edmundo vê o cunhado ser atingido, ele também vê que o homem com quem estava lutando se surpreende, e nesse momento ele o golpeia, o homem ferido foge do local, mas não há tempo para persegui-lo, precisava ver Cáspian, o coloca sobre seu cavalo e segue o caminho para a cidade, mas chegam tarde demais, o Marquês Cáspian Valoroso de Ilha Paradisíaca , estava morto.
"...– Tu és a Morte? Pergunta.
E o Anjo torna: – A Morte sou!
Venho trazer-te descanso
Do viver que te humilhou.
-Imaginava-te feia,
Pensava em ti com terror…
És mesmo a Morte? Ele insiste.
– Sim, torna o Anjo, a Morte sou,
Mestra que jamais engana,
A tua amiga melhor.
E o Anjo foi-se aproximando,
A fronte do homem tocou,
Com infinita doçura
As magras mãos lhe cerrou…
Era o carinho inefável
De quem ao peito o criou.
Era a doçura da amada
Que amara com mais amor."
Trecho do poema O homem e a morte, Manoel Bandeira

















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