Crônicas de Riverview - Parte 15 - Resiliência (2 parte)
Anteriormente
Os soldados estavam cansados e o desânimo de encontrar algo só aumentava, a desesperança queria se instalar. No quinto dia uma denuncia chegou ao quartel de um corpo no rio Simomon, ao verificar o cadáver era o indivíduo que Edmundo havia ferido, com certeza estava sendo um peso e atraso para os comparsas e foi descartado; como desceu o rio as suspeitas de que haviam seguido direção Appaloosa estava certa, foi ordenada nova incursão mas sabiam que poderia não resultar em
nada, pelo estado do corpo já tinha uns 2 dias.
Nesse mesmo dia mais tarde um chamado para incêndio em uma residencia nos limites da cidade, no interior foi encontrado uma família prisioneira.
_Eles trancaram nossa filha no quarto e disseram para fazermos tudo que mandassem senão a iriam ferir, não tínhamos outra opção. Passei dois dias amarrado e minha mulher ou estava amarrada ou os alimentado, Foi um pesadelo...
_Faz quanto tempo que saíram?
_Umas 2 horas, mas antes eles entulharam a lareira de madeira para provocar o incêndio. Para eles não importava se morrêssemos, demos sorte demais de alguém os avisar pois moramos bem afastados, muito obrigado.
_E como eram, quantos...? Lembrem do máximo de detalhes.
_Eram quatro, mas fiquei amarrado virado para parede então não tinha uma visão completa deles, só de relance e ficaram o tempo todo de máscara.
_Dois deles se vestiam igual_Disse a mulher_Pensei que era para confundir na hora de cometerem crimes, mas aí fui reparar melhor, tinham outras semelhanças,
eram loiros e aparavam a barba todo o dia, mas dava para saber, olhos azuis bem claros e a boca tinha o mesmo formato, o corpo, o jeito de andar... Eram gêmeos.
Já no quartel foram procurar saber quem deu os avisos, não era nenhum conhecido ou morador da cidade, nas duas vezes diziam estar passando pela cidade, Edmundo estava muito irritado.
_Essas pessoas estão envolvidas, estavam sempre a nossa frente, o corpo e o incêndio foi feito para nos distrair para escaparem.
_Sabiam das nossas buscas e onde íamos..._ Completou Wayne
_Sim, tinham um informante dentro da cidade um morador talvez. Mas saber a finalidade deste ataque ainda é a chave deste mistério.
Foi ordenado que todas as pousadas fossem revistadas e todo viajante hospedado foi convidado, ou levado compulsoriamente ao quartel para reconhecimento e declarações, até que um deles foi reconhecido e admitiu sem rodeios.
_Sim, eu vim avisar sobre o corpo no rio, mas não fui eu quem achou, tinha acabado de chegar na cidade e estava na estrada, um viajante me chamou e me mostro o corpo que estava agarrado em um pedra, disse para eu me adiantar e avisar enquanto ele iria puxar para a margem.
_Como ele era?_Perguntou o Sgt
_Pela roupa parecia esses estudiosos de plantas, era moreno e tinha barba cheia tipo viking, aparentava se não me falha a memória uns... pouco mais de 40. Nosso contato foi muito rápido.
E então estavam novamente em um ponto cego, pistas desconexas que não levavam a nada e uma motivação ainda oculta, e agora um herbalista desconhecido que poderia ser um envolvido, cúmplice ou testemunha.
Os soldados estavam cansados e o desânimo de encontrar algo só aumentava, a desesperança queria se instalar. No quinto dia uma denuncia chegou ao quartel de um corpo no rio Simomon, ao verificar o cadáver era o indivíduo que Edmundo havia ferido, com certeza estava sendo um peso e atraso para os comparsas e foi descartado; como desceu o rio as suspeitas de que haviam seguido direção Appaloosa estava certa, foi ordenada nova incursão mas sabiam que poderia não resultar em
nada, pelo estado do corpo já tinha uns 2 dias.
Nesse mesmo dia mais tarde um chamado para incêndio em uma residencia nos limites da cidade, no interior foi encontrado uma família prisioneira.
_Eles trancaram nossa filha no quarto e disseram para fazermos tudo que mandassem senão a iriam ferir, não tínhamos outra opção. Passei dois dias amarrado e minha mulher ou estava amarrada ou os alimentado, Foi um pesadelo...
_Faz quanto tempo que saíram?
_Umas 2 horas, mas antes eles entulharam a lareira de madeira para provocar o incêndio. Para eles não importava se morrêssemos, demos sorte demais de alguém os avisar pois moramos bem afastados, muito obrigado.
_E como eram, quantos...? Lembrem do máximo de detalhes.
_Eram quatro, mas fiquei amarrado virado para parede então não tinha uma visão completa deles, só de relance e ficaram o tempo todo de máscara.
_Dois deles se vestiam igual_Disse a mulher_Pensei que era para confundir na hora de cometerem crimes, mas aí fui reparar melhor, tinham outras semelhanças,
eram loiros e aparavam a barba todo o dia, mas dava para saber, olhos azuis bem claros e a boca tinha o mesmo formato, o corpo, o jeito de andar... Eram gêmeos.
Já no quartel foram procurar saber quem deu os avisos, não era nenhum conhecido ou morador da cidade, nas duas vezes diziam estar passando pela cidade, Edmundo estava muito irritado.
_Essas pessoas estão envolvidas, estavam sempre a nossa frente, o corpo e o incêndio foi feito para nos distrair para escaparem.
_Sabiam das nossas buscas e onde íamos..._ Completou Wayne
_Sim, tinham um informante dentro da cidade um morador talvez. Mas saber a finalidade deste ataque ainda é a chave deste mistério.
Foi ordenado que todas as pousadas fossem revistadas e todo viajante hospedado foi convidado, ou levado compulsoriamente ao quartel para reconhecimento e declarações, até que um deles foi reconhecido e admitiu sem rodeios.
_Sim, eu vim avisar sobre o corpo no rio, mas não fui eu quem achou, tinha acabado de chegar na cidade e estava na estrada, um viajante me chamou e me mostro o corpo que estava agarrado em um pedra, disse para eu me adiantar e avisar enquanto ele iria puxar para a margem.
_Como ele era?_Perguntou o Sgt
_Pela roupa parecia esses estudiosos de plantas, era moreno e tinha barba cheia tipo viking, aparentava se não me falha a memória uns... pouco mais de 40. Nosso contato foi muito rápido.
E então estavam novamente em um ponto cego, pistas desconexas que não levavam a nada e uma motivação ainda oculta, e agora um herbalista desconhecido que poderia ser um envolvido, cúmplice ou testemunha.












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